D. Afonso III é o segundo filho de D. Afonso II e D. Urraca.
Não foi educado para ser Rei. Muito jovem partiu para França, com sua tia materna, D. Branca, onde recebeu grande parte da sua formação. Aí casou com D. Matilde de Bolonha, tendo recebido o título de Conde de Bolonha, que lhe dá o cognome de "O Bolonhês".
Em 1245 o Papa Inocêncio IV depôem o seu irmão, D. Sancho II, e indica-o como sucessor, com o título de Defensor e Administrador do Reino. Em Julho deste ano deu-se a Lide de GAIA, que termina com a vitória dos partidários de D. Sancho II, que era apoiado por AFonso X de Castela. Segue-se um período de guerra Civíl entre os partidários de D. Sancho II, radicados em Coimbra e os partidários de D. Afonso III, radicados em Leiria. Com a morte de D. Sancho II, em 1248, D. Afonso III assume o titulo de Rei. No seu reinado termina a Reconquista, com a conquista definitiva do Algarve, o que lhe custa uma batalha política e diplomática com Afonso X de Castela, que o obriga a casar com uma sua filha ilegítima, D. Beatriz, sendo ainda viva a sua esposa, D. Matilde de Bolonha. Definidos os limites fronteiriços de Portugal com Castela, expulsos os mouros do território português, D. Afonso III centrou a sua atenção na administração do Reino. Influenciado pela cultura francesa e educado para uma vivência na Côrte, imprimiu ao seu reinado um cunho da sua personalidade burilada com o que havia, no século XIII, de mais avançado no Ocidente europeu, no campo político a administrativo, institucional, cultural. Publicou as inquirições que obrigou Nobreza e o Clero a justificar a posse das suas terras, o que constitui uma medida para a centralização do poder real, com o apoio dos seus fieis vassalos. Fundou novas povoações, repovoou o reino, concedendo cartas de foral, estimulou a economia, reorganizou os serviços juridicos e administrativos.
É neste contexto que, em setembro de 1255 outorgou o primeiro foral a GAIA, que é mais tarde confirmado por D. Dinis e D. Manuel I.
Porém, a sua politíca de afirmação de poder real haveria de lhe trazer conflitos com a Igreja, apesar de parte do seu reinado coincidir com o do unico Papa português, o Papa João XXI, antes arcebispo de Braga-Pedro Hispano.
A partir de 1270 a doença começa a atormentar o dia a dia do monarca. Em 1271 faz doações aos seus filhos, principalmente aos bastardos, para evitar conflitos.
A sua doença agrava-se e, pela leitura dos seus testamentos, conclui-se que se preparou para a morte, que ocorreu a 16 de fevereiro de 1279, sucedendo-lhe o seu filho mais velho, D. Dinis.
Em 1245 o Papa Inocêncio IV depôem o seu irmão, D. Sancho II, e indica-o como sucessor, com o título de Defensor e Administrador do Reino. Em Julho deste ano deu-se a Lide de GAIA, que termina com a vitória dos partidários de D. Sancho II, que era apoiado por AFonso X de Castela. Segue-se um período de guerra Civíl entre os partidários de D. Sancho II, radicados em Coimbra e os partidários de D. Afonso III, radicados em Leiria. Com a morte de D. Sancho II, em 1248, D. Afonso III assume o titulo de Rei. No seu reinado termina a Reconquista, com a conquista definitiva do Algarve, o que lhe custa uma batalha política e diplomática com Afonso X de Castela, que o obriga a casar com uma sua filha ilegítima, D. Beatriz, sendo ainda viva a sua esposa, D. Matilde de Bolonha. Definidos os limites fronteiriços de Portugal com Castela, expulsos os mouros do território português, D. Afonso III centrou a sua atenção na administração do Reino. Influenciado pela cultura francesa e educado para uma vivência na Côrte, imprimiu ao seu reinado um cunho da sua personalidade burilada com o que havia, no século XIII, de mais avançado no Ocidente europeu, no campo político a administrativo, institucional, cultural. Publicou as inquirições que obrigou Nobreza e o Clero a justificar a posse das suas terras, o que constitui uma medida para a centralização do poder real, com o apoio dos seus fieis vassalos. Fundou novas povoações, repovoou o reino, concedendo cartas de foral, estimulou a economia, reorganizou os serviços juridicos e administrativos.
É neste contexto que, em setembro de 1255 outorgou o primeiro foral a GAIA, que é mais tarde confirmado por D. Dinis e D. Manuel I.
Porém, a sua politíca de afirmação de poder real haveria de lhe trazer conflitos com a Igreja, apesar de parte do seu reinado coincidir com o do unico Papa português, o Papa João XXI, antes arcebispo de Braga-Pedro Hispano.
A partir de 1270 a doença começa a atormentar o dia a dia do monarca. Em 1271 faz doações aos seus filhos, principalmente aos bastardos, para evitar conflitos.
A sua doença agrava-se e, pela leitura dos seus testamentos, conclui-se que se preparou para a morte, que ocorreu a 16 de fevereiro de 1279, sucedendo-lhe o seu filho mais velho, D. Dinis.



